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Rivotril Sublingual – Como Tomar? Vicia?

Rivotril sublingual de 0,25 mg tem como princípio ativo o clonazepam, um tranquilizante que trata ansiedade e convulsões, além de ter efeito sedativo. No formato sublingual Rivotril é indicado para ser usado imediatamente durante uma crise, sem a necessidade do uso contínuo.

Trata-se de um remédio benzodiazepínico, tarja preta, que pode causar dependência, vendido apenas com receita médica. No entanto, como é eliminado lentamente do organismo, o risco de causar vício é bastante diminuído, ainda mais nesse formato. Seu preço varia de R$ 6 a R$ 13.

Rivotril sublingual é uma ótima alternativa para pacientes que preferem não utilizar o remédio de forma contínua, mas apenas de forma pontual, quando necessário.

Para que serve?

Rivotril sublingual pode ser utilizado para tratar, em adultos e crianças, as seguintes condições:

  • Fobia Social e Distúrbio do Pânico;
  • Transtorno de ansiedade generalizada e sintomas da ansiedade natural causada por situações extremas;
  • Transtornos de humor, síndromes psicóticas, síndrome das pernas inquietas e da boca ardente;
  • Crises epilépticas e espasmos infantis;
  • Tratamento de vertigens e distúrbios do equilíbrio.

Rivotril bloqueia a ansiedade e seu efeito sedativo é forte, sendo recomendado, também, para tratar a insônia e fazer dormir, embora alguns pacientes necessitem de doses maiores para obter o efeito desejado, que vai ficando mais fraco com o uso prolongado.

Como tomar Rivotril sublingual?

O comprimido sublingual de Rivotril de 0,25 mg deve ser colocado abaixo da língua por, pelo menos, 3 minutos, para ser dissolvido na saliva e absorvido pelo organismo.

Não é permitido mastigar ou engolir o remédio. Deve-se consumir apenas 1 por vez.

A ação de Rivotril se inicia de 30 a 60 minutos após o consumo e dura de 6 a 12 horas no organismo.

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Contraindicações

O uso de Rivotril é contraindicado para pacientes alérgicos aos remédios benzodiazepínicos, ao clonazepam​ ou aos demais componentes da fórmula do remédio.

Pacientes com doença grave nos pulmões ou no fígado e com glaucoma agudo de ângulo fechado também não devem utilizá-lo.

Os comprimidos não devem ser utilizados para tratar transtorno do pânico em pacientes com apneia do sono.

Efeitos colaterais

Os efeitos colaterais de Rivotril incluem:

  • Sonolência, pensamento lento e concentração prejudicada (sintomas de sedação);
  • Dor de cabeça, cansaço, enjoos, sensação de cabeça leve e perda do apetite;
  • Infecções respiratórias, infecção de ouvido (otite), gripe e sinusite;
  • Depressão, irritabilidade e insônia;
  • Falta de coordenação de movimentos e ao caminhar, vertigem, perda do equilíbrio, fraqueza muscular, fadiga, palpitações;
  • Alterações na visão e olho vítreo, com aparência de uma película branca o recobrindo, como na catarata;
  • Urticária e coceira na pele;
  • Dificuldade para urinar, cólica menstrual e diminuição do desejo sexual;
  • Desidratação, amnésia e/ou alucinações.

Gravidez e lactação

Rivotril só pode ser utilizado na gravidez sob orientação médica. Se a gestante utilizar altas doses do remédio durante o terceiro trimestre podem surgir efeitos graves no bebê, como alterações no ritmo cardíaco, queda da temperatura corporal, perda do tônus muscular, depressão respiratória e dificuldade de sucção no bebê ao nascer (para mamar).

Recomenda-se descontinuar a amamentação se o uso de Rivotril for essencial à mãe.

Composição

Cada comprimido de Rivotril sublingual contém 0,25 mg de clonazepam e excipientes:

  • Celulose microcristalina, manitol, amidoglicolato de sódio e estearilfumarato de sódio.

Laboratório: Roche Químicos e Farmacêuticos S.A.

É importante consultar o médico para que ele prescreva o tratamento correto com Rivotril para cada caso específico.

Fique atento também as suas interações medicamentosas, pois remédios antidepressivos, sedativos, analgésicos, antipsicóticos, ansiolíticos, anticonvulsivantes e o álcool podem interagir com o clonazepam, inclusive o suco de toranja, que aumenta a sua concentração, e medicamentos para o estômago.

Atualizado em: 11/05/2018 na categoria: Benzodiazepínicos